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Vantagens e desvantagens de viver e trabalhar na nuvem



Trabalhar de casa, de dentro do carro, pelo celular, garantindo a sua tranquilidade e dos seus clientes

Trabalhar de casa, de dentro do carro, pelo celular, garantindo a tranquilidade e o equilíbrio dos clientes. É um alívio saber que isso não é apenas sonho, especialmente quando estamos em meio a cenários como os que marcaram os dois primeiros meses de 2010 em São Paulo, sucederam ao Carnaval carioca, assombraram os estados do Sul.

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Google+ – Porque Sua Empresa Precisa Usar

google+ para empresasFazem poucos meses que o Google+ foi anunciado e menos tempo ainda que ele foi liberado para todos usuários, mas os seus números já espantam muito. Com mais de 100 milhões de usuários, constantes atualizações e uma visível alteração nos resultados das buscas do Google, o Google Plus está sendo alvo de diversas estratégias de mídias sociais.

Sim, é mais uma mídia social para a empresa controlar, mas também pode ser que seja a única que você realmente precise usar (e não apenas para ‘socializar’), tudo depende da sua estratégia. Mas de quaquer forma sabemos que, ao menos por enquanto, o público do novo serviço social do Google ainda é restrito e nem tão ativo como costuma ser em outras mídias, mas nem por isto deve ser ignorado por empresas.

Separamos 2 razões pela qual sua empresa deve realmente considerar em criar uma página no Google+ e também 3 dicas para aqueles que já estão ou querem se aventurar nesta nova ferramenta:

Razão 1: Rede Social com ferramentas a mais:
Um dos grandes triunfos do Google+ é ter feito a lição de casa e pesquisado sobre os principais atributos de muitos concorrentes, como as fan pages do Facebook. Com esta pesquisa bem feita, eles puderam construir uma ferramenta que tem diversas funcionalidades semelhantes, mas também ferramentas que agregam ainda mais valor a presença da empresa.

O hangout talvez seja a principal ferramenta que empresas podem usar de forma estratégica dentro do Google+, mas claro, devem saber utiliza-lá de forma que traga retorno para a empresa e aproxime de seus consumidores.

Não podemos nos esquecer que a empresa por trás do serviço é grande e já mostrou que esta atenta ao feedback dos usuários e trazendo muitas novidades ao longo do tempo, ou seja, podemos esperar muito mais ferramentas que tornem muito mais fácil a presença oficial nesta rede social do que em outras.

Razão 2: Influenciar nas buscas:
Talvez uma das principais razões pela qual as empresas tem buscado usar o Google+ é justamente aproveitar o poder que ele, juntamente com o +1, tem sobre os resultados do buscador do Google. Se posicionar bem sempre foi um desafio destinado aos profissionais de SEO, que tinha como tarefa otimizar sites para que eles se posicionassem bem em determinadas buscas.

Mas as recentes mudanças do Google e do mercado de uma forma geral, tem mostrado que as ferramentas sociais estão se tornando cada vez mais a principal forma de validar a qualidade de um conteúdo. Ou seja, vale a pena compartilhar coisas e incentivar as pessoas a compartilhar o seu conteúdo dentro e fora do Google+.

Dica 1: Utilize bem as ferramentas disponíveis:
Como mencinado acima, o Google+ proporciona algumas ferramentas diferentes de seus concorrentes e uma das mais utilizadas ultimamente é mesmo o hangout, que possibilita que o usuário (ou página nesse caso) possam abrir uma vídeo chamada entre até 10 pessoas.

Você consegue imaginar o potencial disto? Você pode conversar com seus consumidores, você pode fazer apresentações, oferecer dicas, ou seja, fazer uma extensão do conteúdo que você compartilha e com isso ganhar destaque no mercado em que atua.

Existem outras ferramentas interessantes, como o “criador de memes” e o que mais surgir por aí.

Mark(Facebook) Zuckerberg analisando o concorrente.

Dica 2: Compartilhe conteúdo relacionado ao seu foco em SEO:
Como mostramos acima, o SEO é uma das principais razões pela qual as empresas tem utilizado o Google+. Sabendo de sua influência nos resultado das buscas, pode ser realmente muito interessante que a sua empresa tenha uma presença efetiva neste serviço e saiba utilizar bem os títulos, descrições, links e publicações na rede social.

Dica 3: Consiga +1, quanto mais, melhor:
O que tem influenciiado mais diretamente os resultados é o “+1″, serviço que está ligado diretamente ao Google+, mas que também pode ser acessado fora dele. Você pode colocar botão de +1 em qualquer website, sem contar que eles também estão ao lado do título do link nos resultados do Google.

Então se você quer se posicionar bem, a dica mais importante é: Faça as pessoas compartilharem o seu conteúdo. Seja tweetando, compartilhando no Facebook ou dando +1 no Google, o importante é compartilhar, mas ainda mais que isso, conseguir o máximo de +1 que der.

Autor: Dennis Altermann
@eu_dennis

Fonte: http://www.midiatismo.com.br

 

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Segurança: é preciso entender desejos da nova geração

Jovens profissionais têm impactado na forma de fazer negócio. Ter acessibilidade e mobilidade junto com governança e compliance é o caminho mais assertivo, aponta Enrique Salem, CEO da Symantec

Hoje, as diferentes formas de a nova geração gerir suas ideias e desenvolver seus trabalhos impactam diretamente na maneira das organizações fazerem seus negócios. Sempre ligados e sempre conectados, seus comportamentos irão transformar o local de trabalho e, consequentemente, forçar a TI a se transformar para proteger as informações críticas das companhias que atualmente já são acessadas por um alto número de dispositivos.

Enrique Salem, presidente e CEO da Symantec, alerta que o armazenamento e compartilhamento das informações entre os data centers e a nuvem também devem ser uma preocupação das empresas que formam cada vez mais equipes jovens focadas apenas no social.

“Cerca de 250 mil emails e mensagens de textos são enviados por mês dentro das organizações. Essa nova geração de colaboradores também utiliza 10 mil horas de seu tempo para falar ao celular. Isso significa que privá-los de acessar à internet é o mesmo que privá-los de seus IDs, eles perdem a identidade”, avalia Salem.

Essa é a característica do negócio num novo ambiente, onde todos os colaboradores precisam estar conectados e ao mesmo tempo preocupados com a segurança. Para “sobreviver” a essas mudanças é preciso saber como gerenciar identidades, proteger as informações e manter o controle de dados: “mais do que isso, é preciso ter acessibilidade e mobilidade junto com governança e compliance”.

Durante apresentação na RSA 2012, o executivo diz que 59% das empresas seguem a inha de aplicativos de negócios em dispositivos móveis, enquanto 71% discutem a possibilidade de usar aplicações móveis personalizadas (a afirmação é com base em pesquisa realizada em 2011).

Ponto-chave
O chefe executivo de segurança do Facebook, Joe Sullivan, acredita que o ponto-chave para as empresas é entender o que a nova geração quer. “A segurança baseada em web muda, as comunidades mudam e as companhias também precisam mudar e trazer para dentro do ambiente corporativo novas experiências de segurança”, destaca.

Descobrir como fazer um novo ambiente seguro é um dos principais desafios da TI. Muitas organizações permitem que seus colaboradores tragam seus próprios dispositivos para a empresa sem ao menos ter um política de conscientização de uso.
Para Sullivan, o futuro já está aqui e é preciso ser flexível para saber o caminho certo de gerenciar os funcionários. “O ambiente de trabalho mudou. É preciso aprender a lidar com todas as novas formas de segurança provocadas pelas mudanças, para isso se faz necessário a criação de uma política interna mais ampla”, conclui.

*Jornalista viajou a San Francisco a convite da RSA

 

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Computação em Nuvem: Seis Princípios Eficazes

A mudança crescente para a computação em nuvem, pode agregar valor significativo, mas a maioria das empresas possui pouco conhecimento sobre os perigos da transferência de tomada de decisões em relação a TI, estando longe de especialistas em tecnologia para os líderes das unidades de negócios.

Eliminando a parte de supervisão e governança das decisões de computação em nuvem, há a grande possibilidade de criar um risco significativo para as organizações, efetivamente minando os benefícios da mudança para a nuvem e, ao mesmo tempo, criando sérios problemas para as organizações. Somente através de uma boa administração e gestão de cloud computing, é possível atingir o seu potencial para as organizações.

Entretanto, no intuito de ajudar as empresas a gerenciar os pontos de pressão potenciais, que começam a vir à tona quando as estratégias de computação em nuvem apresentam divergências internas, desde serviços de TI ou tradicionais arranjos terceirizados, a ISACA delineou seis princípios-chave de computação em nuvem:

– O princípio da habilitação: nesse cenário, existe um plano para a computação em nuvem como um agente facilitador estratégico, ao invés de um acordo de subcontratação ou plataforma técnica.

– O princípio do custo / benefício: avaliar os benefícios da aquisição de serviços de nuvem com base em uma compreensão completa dos custos de nuvem, em comparação com os custos de outras soluções de tecnologia de negócios da plataforma.

– O princípio de risco da empresa: isso envolve um grande risco de gerenciamento empresarial (ERM) para a adoção e o uso de serviços de cloud computing.

– O princípio da capacidade: está enfatizando a capacidade de extensão total de recursos que os provedores de nuvem oferecem, com recursos internos para fornecer um suporte técnico e entregar uma abrangente solução.

– O princípio responsabilidade: gerenciar responsabilidades, definindo claramente todas as responsabilidades internas e funções relacionadas ao provedor.

– O princípio confiança: é necessário que haja extrema confiança em uma parte essencial de soluções de cloud computing; isso é o ponto de partida para a construção da confiança em todos os processos de negócios que dependem de computação em nuvem.

“Cloud Computing” representa uma oportunidade única para as empresas, e é particularmente um divisor de águas para as pequenas e médias empresas, porque a sua disponibilidade significa que infra-estrutura de tecnologia não é o diferenciador do mercado da mesma forma que foi no passado “, disse Ramsés Gallego, CISM, CGEIT, membro da ISACA e do Comitê de Práticas e Estratégias de Segurança para aQuest Software. “Estes princípios irão permitir às empresas, conhecer o valor que a nuvem pode proporcionar e garantir que os usuários internos e externos confiem em soluções de cloud computing.

Fonte: Site Under-Linux

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10 Motivos para Confiar no G Suite

Mais de 5 milhões de empresas já adotaram o G Suite, e são vários os fatores que levaram a essa mudança. Embora as melhorias de produtividade e a possibilidade de reduzir custos sempre tenham sido as principais razões, cada vez mais clientes escolhem o G Suite pelos benefícios relacionados à segurança e à credibilidade.

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