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Como organizar seus arquivos com o Google Drive

Imagina poder terminar aquele texto, que você começou no trabalho, em qualquer lugar do mundo? Graças ao Google Drive isso é possível.

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10 dicas incríveis para usar o Gmail no seu dia a dia

Sendo um dos mais populares da internet, o Gmail é um dos melhores serviços de e-mail e já conta com mais de 400 milhões de usuários.

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Google Docs ganha novas funcionalidades: Complementos

A Google lançou uma nova opção para os usuários do Google Docs. Trata-se do recurso “Complementos”, que aparece na barra superior de edição.

google docs

Ao clicar na opção, você pode instalar gratuitamente novos recursos para personalizar e incrementar seus documentos e planilhas.

Confira alguns complementos disponíveis para instalação, tudo na nuvem:

Avery: Cria automaticamente etiquetas para cartas a partir de dados cadastrados em planilhas, como nome, endereço e cep.

EasyBib: Gerador de bibliografia e citações em diferentes formatos através de uma rápida pesquisa na web dentro do próprio Google Docs.

Mailchimp: Permite criar e enviar emails marketing e newsletters a partir do Editor de Texto do Google Docs. O mailing de contatos pode ser obtido diretamente do Google Planilhas.

Letter Feed: Permite que você compartilhe um documento solicitando o feedback, avaliação e aprovação de outros usuários.

Para saber mais, assista este vídeo (em inglês).

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Cloud computing: o momento certo para implantar

Ainda há quem tenha restrições e um certo receio quando se fala em cloud computing, por mais que essa seja a tendência de um futuro muito próximo. Alguns questionam o por quê e quando é a hora certa para implementar o sistema em uma empresa.

Em primeiro lugar, é preciso entender que virão mudanças pela frente. Em tradicionais empresas, muitos funcionários já estão acostumados e acomodados com seus sistemas de trabalho e tem certa restrição quanto a novas maneiras de produzir no serviço. Estar sempre aberto a novas possibilidades é importante para que seja implementado um sistema de trabalho como a cloud computing.

Entendendo as mudanças, o próximo passo é fazer análises internas e prospectar de que forma os recursos da computação em nuvem vão contribuir para a empresa se destacar das demais e se posicionar à frente dos concorrentes, seja diminuindo os custos, otimizando tempo etc. Além disso, as análises internas são fundamentais para a empresa saber qual será o melhor modelo de cloud computing a ser implementado.

Concluído esses processos, fica a cargo da empresa decidir quando deve implantar o novo sistema. É fundamental a empresa diagnosticar se todos os funcionários estão preparados para o processo, pois a implementação envolve mudanças culturais.

Essa é uma questão que varia de empresa para empresa, as estratégias adotadas serão específicas para cada organização.

[title type=”h2″ color=”black”]Dados apontam crescimento[/title]

Segundo estudos da empresa IDC , o Brasil aparece como o país que mais utiliza a cloud computing na América Latina. Ao todo, 18% das médias e grandes empresas utilizam a tecnologia no país.

O Brasil destaca-se como carro-chefe e, dentre os demais países da América Latina, 14,5% tem ou planejam usar a tecnologia. Os números comprovam que, ainda que com certa cautela, o país vê com bons olhos a utilização das novas tecnologias em favor de melhorias no serviço.

No entanto, apesar de despontar como um dos principais adeptos a computação na nuvem, o país fica para trás quando a comparação é feita em nível mundial. Nos Estados Unidos, por exemplo, cerca de 55% das médias e grandes empresas já utilizam algum tipo de serviço cloud. A Europa também é outra que segue firme, aproximadamente 40% das empresas adotaram a tecnologia.

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Cloud Computing: segurança nas nuvens

A tecnologia Cloud Computing ganha cada vez mais espaço e notoriedade entre as pessoas. Pela forma diferenciada como se dá o serviço de armazenamento, a ferramenta vem sendo bastante utilizada no ramo corporativo.

As empresas buscam sistemas menos burocráticos, que agreguem praticidade, facilidade e que, consequentemente, otimizem seu tempo com os serviços. Melhoria na comunicação interna e externa, agilidade nos serviços, trabalho colaborativo e redução de custos são alguns dos resultados obtidos pelas empresas que optam pela implantação e utilização da cloud computing.

Assim como qualquer outro recurso, a computação na nuvem requer atenção e cuidado para garantir seu uso da melhor maneira, com eficiência e, acima de tudo, com segurança.

É comum muitos investidores ficarem receosos com relação ao processo de segurança da computação na nuvem. Alguns fatores precisam ser considerados, mas a tecnologia é totalmente confiável.

Três elementos precisam ser considerados para que você tenha uma experiência agradável e segura nas nuvens: confidencialidade, integridade e disponibilidade.

Os dois primeiros dependem basicamente de medidas de segurança, tais como: firewall ativo com bloqueios e rotas definidas para evitar intrusos, manter todos os equipamentos com proteção ativa e atualizada contra vírus, spyware e qualquer tipo de dano ao sistema, além de fazer manutenções constantemente.

Já para garantir a segurança da disponibilidade dos dados, outras medidas são adotadas: certifique – se de usar ferramentas seguras e de confiança. Tenha controle sobre quem e quando acessam determinados documentos, é importante saber o que está sendo falado e compartilhado. Também, é fundamental você ter um provedor de nuvem que garanta a segurança de toda sua infraestrutura.

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Como o Gmail reconhece SPAM

O termo SPAM surgiu a partir de Spiced Ham, ou “Presunto temperado”. O Spam é vendido nos Estados Unidos e na Inglaterra de forma enlatada, conservado em azeite temperado.

Uma esquete do grupo humorístico inglês Monty Pyrthon, criada na década de 70, mostra um restaurante que possui SPAM em todos os pratos servidos. Enquanto uma cliente se irrita por não gostar do presunto temperado, vikings cantam uma música de adoração ao SPAM.


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Mas o que isso tudo tem a ver com o conceito de SPAM que temos hoje?

Os primeiros programadores se inspiraram nesse quadro e deram o nome de SPAM àqueles e-mails que recebemos totalmente contra a nossa vontade. Algo chato, inconveniente e irritante, assim como o presunto que a cliente do vídeo humorístico não queria.

É graças ao que este termo representa para nós hoje que os filtros anti-spam estão cada vez mais eficientes no combate a mensagens indesejadas. A maioria dos serviços de e-mail atuais possuem uma pasta para onde vão os spams, sem passar pela caixa de entrada. Com o Gmail não é diferente. O Gmail analisa alguns itens padrão para identificar se um e-mail é SPAM.

Conheça alguns tipos de SPAM identificados pelo Gmail:

 

  • Golpes de phishing – São mensagens maldosas que tentam induzir o usuário a compartilhar informações pessoais, como número de cartão de crédito e senhas.

  • Mensagens de um remetente não confirmado – Alguns spammers forjam as mensagens de e-mail para que pareçam que foram enviadas por uma empresa confiável. O Google utiliza a autenticação de e-mail para verificar o remetente.

  • Mensagens que você marcou como spam – Quando você clica em “Denunciar Spam” ou “Denunciar phishing”, a mensagem que você denunciou também vai para a caixa de spam.

  • Semelhança com mensagens suspeitas – O Gmail possui sistemas de detecção automática de spam que analisam padrões (como palavras-chave comuns e mensagens enviadas por IPs que já enviaram spam anteriormente, por exemplo) e conseguem prever mensagens fraudulentas ou que possam prejudicar o usuário.

  • Políticas definidas pelo administrador – Se você utiliza uma conta de Gmail empresarial, o administrador do grupo do qual você faz parte pode decidir as mensagens que serão marcadas como spam.

  • O conteúdo da mensagem está vazio – Spammers podem mandar mensagens vazias de forma acidental ou proposital. No segundo caso, a mensagem é enviada apenas para coletar listas de endereços de e-mail. É por isso que algumas mensagens em branco e/ou sem título são marcadas como spam.

 

Saiba mais sobre o sistema de filtros anti-spam do Gmail clicando aqui.

 

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Aplicativo Mega é disponibilizado para Android

Já está disponível na Google Play o aplicativo do Mega para Android na versão beta. Com interface simples, o aplicativo traz ao usuário uma integração completa com o serviço de compartilhamento de arquivos online.

Como funciona:

Com o app do mega, os usuários podem sincronizar seus arquivos, renomeá-los, apagá-los, compartilhá-los e realizar algumas outras tarefas através de seu dispositivo móvel com sistema Android.

Informações gerais:

Pré-requisitos: Android versão 2.3 ou superior
Categoria: Ferramentas
Idioma: Disponível em Português
Baixar no Google Play.

Sobre o Mega:

O Mega foi lançado na versão beta no dia 19 de janeiro e disponibiliza 50GB de espaço gratuito para armazenamento na nuvem. O serviço foi criado pelos desenvolvedores do Megaupload, que foi fechado um ano antes do lançamento do Mega. A ideia partiu de Kim Dotcom, principal desenvolvedor da equipe. O serviço de armazenamento ainda não possui aplicativo de sincronização para o computador, ou seja, a sincronização é possível somente através do navegador.

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Batalha nas nuvens: G Suite x Office 365

O G Suite tem sido fortemente reconhecido por empresários. Ele geralmente é utilizado para videoconferência, chat, apresentação de slides e edição colaborativa de documentos na nuvem. Introduzido há aproximadamente seis anos, este serviço foi desenvolvido inicialmente para start-up’s e pequenas empresas. O Google não planejava que grandes empresas também tivessem interesse no G Suite.

Entre os clientes recentes do G Suite estão o US Interior Department e a Hoffman-La Roche. Cada uma destas companhias tem aproximadamente 80 mil usuários do G Suite. Especialistas acreditam que a popularidade do serviço deve-se à migração das empresas para a nuvem e o preço competitivo, de acordo com a analista da International Data Corporation Melissa Webster, o Google vai ganhar força este ano, pois haverá muita colaboração e conteúdo na nuvem.

O valor das licenças variar um pouco, mas no caso do Google for Work, a empresa é simples e direta, negociando um valor por usuário, funcionando como um software com serviço tradicional (SaaS), com pagamentos mensais.

Já no caso do Microsoft Office 365, não é tão simples assim. Os pacotes chegam a mais de 5 variações, entre preços, apps e serviços diferentes. A vantagem disso, por um lado, é talvez separar apps que sua empresa talvez não utilize, mas as diferenças de valores não parecem justificar essa atitude. No caso da MS, o conteúdo dos pacotes pode variar bastante.

Pequenas e médias empresas podem utilizar o G Suite desde que tenham avaliado os recursos de segurança do serviço. Muitas dessas empresas terão receio de que sua comunicação e seus dados não estejam seguros na nuvem  e continuarão armazenando suas informações mais sensíveis em seus computadores locais. Para essas questões de segurança, o Office 365 é capaz de armazenar dados no servidor local do cliente e na nuvem. Entretanto, a organização deve estar preparada para pagar mais caro por este recurso.

A computação em nuvem está ganhando popularidade entre profissionais de TI e isso é uma tendência que parece não ter volta. Não há necessidade de atualização do computador local pelo usuário. Quando o usuário estiver online as atualizações já estarão prontas para uso. Porém, o Office 365 disponibiliza atualizações de no máximo um ano atrás. Este recurso é oferecido para aqueles usuários que não optam por atualizações automáticas. O G Suite não possui um recurso como este.

A briga entre as gigantes promete e quem sai ganhando são as empresas que até pouco tempo tinham apenas a Microsoft como opção. Hoje o G Suite é uma ameaça real ao reinado da Microsoft. A grande vantagem do Google é que eles já possuem a Computação em Nuvem em seu DNA e por isso seus serviços já alcançaram uma certa maturidade, mas temos certeza que a inovação não deve parar por ai.

Este artigo é uma tradução de:  Cloud Wars – G Suite vs Office.

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Android ultrapassa a Apple no Natal

75% dos smartphones vendidos ao longo do período festivo pertencem ao sistema operacional Android.

O Google está comemorando a vitória sobre a Apple na batalha por clientes usuários de smartphones durante o Natal, segundo o Daily Mail. O documento diz que o Android, sistema operacional do Google, está em 75% dos smartphones e tablets vendidos no período da compra de presentes.

Apesar de o iPhone 5, iPad e iPad mini serem extremamente populares entre os consumidores, o sistema Android é utilizado por diversos fabricantes, como Samsung, HTC e LG. Além disto, o Google também alimenta o Kindle Fire da Amazon, o que também é um bom mercado.

A batalha também acontece no mercado de apps disponíveis para download.

A Apple’s App Store e a Google’s Android Apps Store têm em torno de 700 mil apps disponíveis. Mas a Apple possui um regime de veto rigoroso para garantir que apenas aplicativos com padrões suficientemente elevados e que ofereçam alta segurança façam parte de sua loja. Em contrapartida, o Google não revisa todos os apps para Android antes de disponibilizá-los em sua loja. Isso dá mais liberdade a desenvolvedores de aplicativos, porém, aumenta os riscos para os riscos para usuários.

O Google ainda perde para a Apple em termos de lucro com download de aplicativos. A Apple domina, em média, 30% da receita gerada com a venda de aplicativos, isto quer dizer, £3.6 milhões por dia com os 200 downloads mais populares.

O mesmo número de downloads gera para o Google, que possui muito mais downloads gratuitos, em torno de £450,000 por dia.
Este artigo é uma tradução de: http://www.theweek.co.uk/technology/50774/google%E2%80%99s-android-claims-victory-over-apple-christmas

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Google+ apresenta grande crescimento de usuários.

Em apenas 1 ano a rede social do Google, concorrente direta do Facebook, atingiu 400 milhões de usuários inscritos em Setembro, dos quais 100 milhões são membros ativos, conforme um post institucional divulgado no próprio Google +.

Estes números representam os acessos via dispositivos móveis, como celulares e tabletes, além dos desktops.

Este crescimento acelerado do Google + reflete o fenômeno do social networking atualmente, com grande audiência e engajamento entre os usuários deste tipo de plataforma.


Google+ atinge 400 milhões de usuários

25% (100 milhões) acessam o serviço ao menos uma vez por mês (usuários ativos) considerando plataformas desktops e móveis

A plataforma social do Google para concorrer com o Facebook, a Google+, atingiu a marca de 400 milhões de usuários cadastrados, anunciou hoje o vice-presidente de negócios sociais da empresa, Vic Gundotra.

Segundo post publicado na própria plataforma, do total de usuários, 25% (100 milhões) acessam o serviço ao menos uma vez por mês (usuários ativos) considerando plataformas desktops e móveis.

“Faz apenas um ano que abrimos o serviço para a inscrição pública. Não poderíamos imaginar que tanta gente iria se inscrever nesses 12 meses”, declarou Gundotra.


Argumentos do Google

Os executivos da empresa divulgaram no Google + o sucesso da audiência e de usuários ativos, além de reforçar a relevância da presença do Google no mercado mundial das redes sociais.

O Google + é integrado com diversos produtos e serviços desta empresa, como os Apps (Gmail, Drive, Agenda, etc…), representando um fator importante e também diferencial para a evolução positiva de membros cadastrados e ativos em curto espaço de tempo.

Esta rede social é uma solução de comunicação bastante utilizada para o networking profissional, que ao ser combinado com os recursos do e-mail profissional do Google, por exemplo, simplificam tarefas, processos e impulsionam bons resultados, além de permitirem os acessos remotos em qualquer local do planeta.


Em janeiro deste ano, o analista independente Paul Allen já havia afirmado que a rede social atingia essa marca ainda em 2012.

Em abril, o Google apresentou a primeira reforma visual da plataforma, incorporando elementos do concorrente Facebook.

Essa foi a primeira vez que o Google se pronunciou sobre o número de usuários ativos do serviço. O número ajuda a rebater o argumento que a rede social é uma cidade fantasma.


O Google potencializa os seus recursos de forma estratégica e entrega soluções eficazes aos seus clientes, sejam eles corporativos ou consumidores privados.

Atualmente com a grande relevância das redes sociais na web, as empresas como o Google que fornecem plataformas tecnológicas, possuem boas oportunidades ao se inserir no nicho do social networking que cresce de forma bastante rápida, descentralizada e a nível global.

Os usuários certamente preferem optar por redes que lhes ofereçam soluções completas, como é o caso do Google +, facilitando o intercâmbio de informações e processos, de forma sincronizada com demais serviços e produtos numa mesma plataforma.


google plus e facebookGoogle adquire o aplicativo de fotografias Snapseed

Ainda sob a euforia do crescimento acelerado nos números de usuários inscritos e ativos no Google +, 400 milhões no total, a empresa adquiriu a Nik Softwares, responsável pelo desenvolvimento de aplicativos para edição e compartilhamento de fotos nas redes sociais. É também um concorrente direto do Instagram, comprado pelo Facebook em Abril deste ano.

Com esta aliança estratégica o Google pretende estimular a inclusão e o compartilhamento de mais imagens no Google +, ações que garantem maior audiência nas redes sociais.

Com isso a empresa visa é claro, continuar alavancando as suas bases de membros totais e principalmente ativos.


Rival do Instagram pode trazer mais fotos ao Google+


Google anuncia a compra do aplicativo Snapseed, sem revelar valores e sem dar detalhes acerca dos planos para o futuro do app

Google deu um passo à frente em sua estratégia de turbinar a sua rede social Google+Vic Gundotra, vice-presidente sênior de engenharia da empresa, anunciou que a empresa fechou a compra a Nik Software, mais conhecida como a desenvolvedora do app para fotografias, Snapseed.

Não ficou claro, contudo, quais as intenções do Google com a aquisição. É possível que a empresa opte pelo mesmo caminho do Facebook, que aproveitou o Instagram para movimentar ainda mais o tráfego de imagens na rede social.

Se a ideia for mesmo integrar o serviço ao Google+, a empresa tem boas chances de conseguir catapultar o número de usuários ativos na rede social que, segundo o próprio Gundotra, acaba de atingir a marca de 100 milhões (400 milhões no total). Estará, afinal, de olho em uma das atividades favoritas de todos os usuários de qualquer rede social: o compartilhamento de imagens.

 

 

Aplicativo SnapseedFuncionalidades do Snapseed

Este aplicativo surgiu em julho de 2011 e já possui mais de 9 milhões de usuários. No ano passado ganhou o prêmio iTunes Rewind, sendo considerado como o aplicativo do ano para uso em iPad, desta forma concorre com o Instagram, destinado principalmente para inclusão de imagens no Facebook.

O Snapseed possibilita o compartilhamento das fotos feitas em dispositivos móveis e também desktops, diretamente para as redes sociais, com funcionalidades mais sofisticadas para edição de imagens, comparando-se com o Instagram.

Este aplicativo atualmente está disponível para iOS e a curto prazo para Android, com custo bastante acessível, aproximadamente US$ 5,00.

Snapseed

Lançado em junho 2011, o Snapseed é um rival do Instagram: já ultrapassou a marca de 9 milhões de usuários em apenas um ano de existência e foi eleito o aplicativo do ano para iPad pelo prêmio iTunes Rewind 2011.

Assim como o aplicativo de Kevin Systrom e Mike Krieger, o Snapseed também traz uma variedade de filtros que podem ser aplicados a imagens capturadas com o aparelho móvel e também permite o compartilhamento das fotos nas redes sociais. A vantagem do app da Nik Software, porém, é que pode ser instalado em desktops e possui funções mais avançadas de edição de imagens.

O aplicativo está disponível por enquanto apenas para iOS, mas a equipe garante que uma versão para Android já está em desenvolvimento e deve ser lançada em breve. Na App Store, o Snapseed custa 5 dólares”.


Com a aquisição da empresa Nik Software, o Google aumenta o seu leque de produtos e serviços que incrementam o Google +, garantindo mais funções a esta rede social, na tentativa de manter e captar mais usuários, além de concorrer de forma equilibrada com os recursos que o Instagram oferece para o Facebook.

O gigante das buscas cada vez mais sinaliza que está investindo em soluções pioneiras e que agregam valor aos seus produtos, com o objetivo de se manter competitivo e também se rentabilizar no nicho das redes sociais.

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