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Tag Archives: Computing

Cloud computing: o momento certo para implantar

Ainda há quem tenha restrições e um certo receio quando se fala em cloud computing, por mais que essa seja a tendência de um futuro muito próximo. Alguns questionam o por quê e quando é a hora certa para implementar o sistema em uma empresa.

Em primeiro lugar, é preciso entender que virão mudanças pela frente. Em tradicionais empresas, muitos funcionários já estão acostumados e acomodados com seus sistemas de trabalho e tem certa restrição quanto a novas maneiras de produzir no serviço. Estar sempre aberto a novas possibilidades é importante para que seja implementado um sistema de trabalho como a cloud computing.

Entendendo as mudanças, o próximo passo é fazer análises internas e prospectar de que forma os recursos da computação em nuvem vão contribuir para a empresa se destacar das demais e se posicionar à frente dos concorrentes, seja diminuindo os custos, otimizando tempo etc. Além disso, as análises internas são fundamentais para a empresa saber qual será o melhor modelo de cloud computing a ser implementado.

Concluído esses processos, fica a cargo da empresa decidir quando deve implantar o novo sistema. É fundamental a empresa diagnosticar se todos os funcionários estão preparados para o processo, pois a implementação envolve mudanças culturais.

Essa é uma questão que varia de empresa para empresa, as estratégias adotadas serão específicas para cada organização.

[title type=”h2″ color=”black”]Dados apontam crescimento[/title]

Segundo estudos da empresa IDC , o Brasil aparece como o país que mais utiliza a cloud computing na América Latina. Ao todo, 18% das médias e grandes empresas utilizam a tecnologia no país.

O Brasil destaca-se como carro-chefe e, dentre os demais países da América Latina, 14,5% tem ou planejam usar a tecnologia. Os números comprovam que, ainda que com certa cautela, o país vê com bons olhos a utilização das novas tecnologias em favor de melhorias no serviço.

No entanto, apesar de despontar como um dos principais adeptos a computação na nuvem, o país fica para trás quando a comparação é feita em nível mundial. Nos Estados Unidos, por exemplo, cerca de 55% das médias e grandes empresas já utilizam algum tipo de serviço cloud. A Europa também é outra que segue firme, aproximadamente 40% das empresas adotaram a tecnologia.

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Otimizando serviço com a Cloud Computing

Ainda que muitos não deem conta, a Cloud Computing está diariamente presente em nossas vidas, seja nos games, e-mails, “depósito” de conteúdos, músicas, redes sociais etc.

Os recursos da Cloud Computing são cada vez mais comentados como a solução para esta era de compartilhamento e agilidade, onde a evolução e inovação é constante. A tecnologia agrega características que chamam a atenção de investidores pela praticidade e facilidade de funcionamento.

Buscando essa mesma simplicidade empregada no uso pessoal, empresas investem na tecnologia e almejam novos recursos, para descomplicar sistemas antigos e ultrapassados.

 

[title type=”h2″ color=”black”]Agilidade nos serviços[/title]

Com a utilização dos serviços Cloud Computing, criar, editar e compartilhar, são processos comuns no dia a dia de uma empresa. A possibilidade do trabalho conjunto, engaja a equipe e colabora no processo de interação empresa/funcionário, conectando tudo em um só.

Por se tratar de um ambiente online, o qual todos podem acompanhar no mesmo momento o que se passa, processos burocráticos, como reuniões presenciais para importantes tomadas de decisões, foram simplificados. A distância geográfica, inclusive, deixou de ser empecilho para uma comunicação rápida e eficaz.

A computação nas nuvens permite que os funcionários fiquem a par de tudo o que acontece na empresa, além de contribuir e agilizar na entrega das demandas solicitadas. A ferramenta ainda diminui os gastos de deslocamento e contribui com o meio ambiente.

Criações colaborativas, compartilhamento e edição de arquivos simultâneos, são algumas das funcionalidades da tecnologia. Desburocratizar e exintiguir certos processos engessados, é a arma principal da ferramenta que, para os empresários, é fundamental para simplificar tarefas e serviços.

É com essa união de comunicação e colaboração, que a otimização dos serviços ganha espaço dentro da empresa. As trocas de informações entre todos são maiores e facilitadas, a empresa ganha tanto em comunicação interna quanto externa. Todos os setores se comunicam sem ruídos e sabem o que está acontecendo no serviço, além disso, conseguem acompanhar os projetos que estão em andamento e o que virá pela frente.

Dessa forma, vendo a colaboração de seus colegas e sendo participativo, o funcionário se sente parte da empresa e de seus processos, sendo efetivo em suas tarefas, cumprindo suas demandas e aumentando a produtividade da empresa como um todo.

 

 

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Cloud Computing: segurança nas nuvens

A tecnologia Cloud Computing ganha cada vez mais espaço e notoriedade entre as pessoas. Pela forma diferenciada como se dá o serviço de armazenamento, a ferramenta vem sendo bastante utilizada no ramo corporativo.

As empresas buscam sistemas menos burocráticos, que agreguem praticidade, facilidade e que, consequentemente, otimizem seu tempo com os serviços. Melhoria na comunicação interna e externa, agilidade nos serviços, trabalho colaborativo e redução de custos são alguns dos resultados obtidos pelas empresas que optam pela implantação e utilização da cloud computing.

Assim como qualquer outro recurso, a computação na nuvem requer atenção e cuidado para garantir seu uso da melhor maneira, com eficiência e, acima de tudo, com segurança.

É comum muitos investidores ficarem receosos com relação ao processo de segurança da computação na nuvem. Alguns fatores precisam ser considerados, mas a tecnologia é totalmente confiável.

Três elementos precisam ser considerados para que você tenha uma experiência agradável e segura nas nuvens: confidencialidade, integridade e disponibilidade.

Os dois primeiros dependem basicamente de medidas de segurança, tais como: firewall ativo com bloqueios e rotas definidas para evitar intrusos, manter todos os equipamentos com proteção ativa e atualizada contra vírus, spyware e qualquer tipo de dano ao sistema, além de fazer manutenções constantemente.

Já para garantir a segurança da disponibilidade dos dados, outras medidas são adotadas: certifique – se de usar ferramentas seguras e de confiança. Tenha controle sobre quem e quando acessam determinados documentos, é importante saber o que está sendo falado e compartilhado. Também, é fundamental você ter um provedor de nuvem que garanta a segurança de toda sua infraestrutura.

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Cloud Computing para Smart TVs, Smartphones HD e muito mais

A Computação em Nuvem é a invenção mais recente na área de Rede – você pode utilizar recursos que não estão fisicamente em seu computador, acessando-os através de conexão à internet.

 

Você pode armazenar documentos online utilizando o Dropbox ou o Google Drive, por exemplo. Pode também participar de uma videoconferência com alguém através do Hangouts do Google e muito mais. Este é o princípio de funcionamento do Chromebook. Ou seja, você não instala muitos itens no disco rígido, mas pode acessá-los em uma rápida conexão à internet: software, redes, ferramentas de monitoramento e agora você pode utilizá-lo até com seu smartphone, tablet ou smart TV.

Vejamos como a Computação em nuvem funciona em um smartphone – você pode utilizar toda a capacidade do disco rígido para músicas ou apps, porque você pode armazenar seus documentos online e acessá-los, onde quer que você esteja. Você pode até comprar um aplicativo para a sua empresa e compartilhar com seus colegas utilizando um destes serviços. Mas não limite-se somente aos smartphones: você pode obter vantagens de todos estes itens em seu tablet. Uma vez que tenha o mesmo sistema operacional de seu smartphone, não haverá problemas.

Desde a ascensão da Smart TV no mecado, podemos citar a computação em nuvem na TV. Uma vez que esta possui conexão com a internet, por que não utilizar a mesma tecnologia de smartphones e tablets? Um bom exemplo disto é o projeto em que a Gradiant e a Gramatel estão trabalhando – um sistema de e-learning que você pode baixar em sua televisão e usar o controle remoto ao invés do mouse para controlar. Você pode fazer isto sentado no seu sofá, com muito mais conforto. Além do mais, se você não tiver nada de interessante para assistir, a “cloud TV” dará uma nova possibilidade: escolher o canar e mostrar o que você quer assistir. Através da conexão à internet, seu sistema de TV à cabo vai transmitir examentente o que você quer assistir. Este é o fim das noites de tédio, sem nada interessante para ver na tv.

 

Este artigo é uma tradução de: http://www.hdgizmos.com/2013/03/24/cloud-computing-for-smart-tvs-hd-smartphones-and-more/

 

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Percepções irreais sobre a Nuvem privada

O crescimento do fenômeno cloud computing em todo o mundo, favoreceu que muitas empresas também invistam na nuvem privada, que é basicamente um conjunto de recursos configurados por servidores virtuais, de forma automatizada e gerenciada por processos.

A consultoria Gartner de tecnologia indicou alguns dos equívocos mais comuns das empresas que aderem a este modelo para armazenamento de TI, incluindo a virtualização e outros tipos que buscam atender as demandas de forma mais acessível, mesmo sem compatibilidade com as necessidades e particularidades dos negócios.

Por isso, o vice-presidente da Gartner, Tom Bittman sugere que os responsáveis por fornecer serviços de TI devam entender a complexidade dos diferentes tipos de demandas, ao invés de apenas cumprir rapidamente as tarefas com baixos custos, sob o risco de não entregar soluções eficazes e realmente úteis.

 

Cinco equívocos comuns sobre a nuvem privada

Gartner lista erros que empresas comentem ao definir o modelo. Virtualização é um deles.

O debate em curso em torno da computação em nuvem privada tem criado percepções erradas sobre o modelo, na visão do instituto de pesquisas Gartner.

“O crescimento da computação em nuvem privada está sendo impulsionado pela rápida penetração da virtualização, gerenciamento de virtualização, salto de ofertas de cloud e pressão para entregar projetos mais baratos e mais rapidamente”, avalia Tom Bittman, vice-presidente e analista do Gartner.

“No entanto, na pressa para responder a essas pressões, a TI precisa ter cuidado para evitar o hype, e, em vez disso, deve concentrar esforços no modelo que mais faz sentido aos negócios.” Abaixo, o Gartner lista os cinco equívocos mais comuns sobre a nuvem privada.

 

 

Virtualização

A consultoria Gertner sinaliza que a cloud privada pode criar serviços de armazenamento na nuvem, utilizando algum tipo de virtualização de servidores e infraestrutura. Por isso, a cloud não é sinônimo de virtualização.

A virtualização é um elemento facilitador para o gerenciamento de recursos como servidores, desktops, rede e muitos outros, utilizados dentro do ambiente corporativo para executar tarefas, proteger e armazenar informações importantes.

 

 

1. “Cloud privada não é virtualização

Virtualização de servidores e infraestrutura é base importante para a computação em nuvem privada. No entanto, virtualização e gerenciamento de virtualização não são, por si só, nuvem privada. Virtualização torna mais fácil realocar recursos de infraestrutura (servidores, computadores desktop, armazenamento, rede, middleware etc) e pode ser ativada de várias maneiras, incluindo máquinas virtuais, sistemas operacionais (OS) ou middleware.

Cloud privada, portanto, utiliza alguma forma de virtualização para criar um serviço de computação em nuvem”.

Cloud privada simplifica processos e garante maior agilidade

Os principais benefícios da nuvem privada para as empresas são operacionais e não com relação à redução de despesas como muitas empresas imaginam, pois este recurso é capaz de diminuir tarefas e melhor distribuir as ferramentas de TI das empresas, possibilitando no longo prazo diminuir custos com manutenção hardwares, por exemplo, mas em contrapartida a cloud privada necessita de investimentos para a sua automação.

Desta forma não se pode considerar a redução de despesas como sendo um dos motivos primários pelos quais as empresas adquirem a nuvem privada, precisando ser mais bem avaliada pelos responsáveis, como sendo um recurso facilitador para a infraestrutura de TI.

 

 

Nuvem privada não busca apenas redução de custos

Uma empresa pode reduzir os custos operacionais por meio de uma nuvem privada, eliminando tarefas repetitivas comuns. Uma nuvem privada pode realocar recursos de forma mais eficiente para atender às necessidades da empresa, possivelmente diminuindo as despesas de capital para o hardware.

Nuvens privadas exigem investimento em software de automação, e as economias por si só não podem justificar o investimento. Por isso, a redução de custos não é o principal benefício da computação em nuvem privada.

Autosserviço, automação, agilidade, velocidade, habilidade de dimensionar a demanda de forma dinâmica são alguns dos atrativos do modelo, de acordo com o instituto de pesquisas.

 

Nuvem privada também pode ser compartilhada com mais empresas

Mesmo que ainda a grande maioria das cloud privadas está alocada sob a infraestrutura individual, atualmente muitas nuvens privadas estão compartilhando os seus recursos e equipamentos com terceiros, porém existindo uma rede privada virtual para cada empresa.

Esta é uma nova e flexível tendência que este modelo de TI oferece às empresas.

 


3. “Nuvem privada não é necessariamente on  premise

Cloud privada é definida por privacidade, não propriedade, localização ou responsabilidade de gestão. Enquanto a maioria das nuvens privadas é baseada na infraestrutura local (na evolução dos investimentos de virtualização existentes), uma parte crescente de nuvens privadas será contratada também fora da empresa. Nuvens privadas de terceiros têm uma flexibilidade maior para o termo “privacidade”.

Nuvens de terceiros podem compartilhar instalações do data center com outros, compartilhar equipamentos ao longo do tempo e recursos, mas mantendo uma rede privada virtual (VPN) isolada, por exemplo”. 

 

 

Evolução da IaaS

Iaas ( Infrastructure as a Service) tem crescido rapidamente nos últimos anos, oferecendo diversos recursos para acesso a infraestrutura do data center, simultaneamente à virtualização de servidores.

Desta forma os profissionais deste setor, precisam estar atentos aos movimentos, tendências e mudanças constantes do mercado, para implementar recursos modernos, que atendam aos objetivos e necessidades das empresas, mantendo-as competitivas no mercado.

 

4. “Nuvem privada não é somente infraestrutura como serviço (IaaS)

Virtualização de servidores é uma grande tendência e, portanto, um elemento importante para a nuvem privada. No entanto, o modelo não se limita de modo algum à IaaS. Pode, por exemplo, incluir ofertas de desenvolvimento e teste, permitindo uso de plataforma como serviço (PaaS).

Hoje, o segmento de crescimento mais rápido da computação em nuvem é IaaS. Mas IaaS fornece apenas um dos níveis de recursos do data center. Desenvolvedores usarão PaaS para criar aplicativos projetados para serem compatíveis com a nuvem, produzindo serviços diferentes em comparação com aplicações antigas”. 

 

Nuvem pública e híbrida

Segundo os especialistas da Gartner, com os avanços para o armazenamento na nuvem, muitas empresas que utilizam a cloud privada, tendem a melhorar os serviços, a segurança e o gerenciamento dos acessos das nuvens públicas.

Alguns modelos serão híbridos mesclando recursos de terceiros, impulsionando o autosserviço, através de interface com os clientes.



5. “Nuvem privada nem sempre será privada

Os analistas do Gartner apontam que a nuvem privada é paliativa. Com o tempo, nuvens públicas vão amadurecer, melhorando os níveis de serviço, segurança e gerenciamento de conformidade. Novos serviços de nuvem pública surgirão. Algumas nuvens privadas vão mover-se totalmente para a nuvem pública.

No entanto, a maioria dos serviços de nuvem privada irá evoluir para permitir a cloud híbrida, ampliando a capacidade efetiva de uma nuvem privada para alavancar os serviços públicos de nuvem e recursos de terceiros.

“Ao começar com uma nuvem privada, a TI está se posicionando como o corretor de todos os serviços da empresa”, afirma Bittman. “Uma nuvem privada que evolui para híbrida ou até mesmo pública poderia reter a propriedade do autosserviço, e, portanto, o cliente e a interface. Esta é uma parte da visão para o futuro da TI que chamamos de ‘TI híbrida’”.

 

A detalhada análise realizada pela consultoria de TI Gartner, aponta o atual cenário da utilização da nuvem privada e o futuro desta infraestrutura, capaz de se tornar cada vez mais presente dentro da rotina corporativa e também para os usuários.

Alguns dos pontos que os analistas da Gartner sinalizam como grandes equívocos dos profissionais do setor de tecnologia com relação à nuvem privada devem ser considerados pelos tomadores de decisões das empresas, a fim de utilizar todos os recursos tecnológicos disponíveis, de forma a simplificar processos, reduzir o tempo de execução de tarefas, proteger os dados armazenados e resultar em possíveis diminuições de custos às empresas, e não ao contrário, pois para implementar a cloud privada, é necessário também investir em sua automação.

O futuro da cloud privada para a versão híbrida impulsiona o surgimento de um novo e importante nicho de mercado a ser explorado pelos profissionais da área e pelas empresas que desejam estarem atentas às novidades tecnológicas da informação.

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SaaS, PaaS e IaaS – Os serviços de computação em nuvem



Sobre Cloud Computing:

“Cloud Computing é um modelo que permite de forma conveniente, o acesso
à rede sob demanda para um conjunto compartilhado de recursos de
computação configuráveis (por exemplo, redes, servidores, armazenamento,
aplicativos e serviços) que podem ser rapidamente provisionados e lançados
com o mínimo de esforço de gestão ou a interação de um prestador de serviços.”
Fonte: http://www.nist.gov/index.html

Cloud Computing (ou computação em nuvem) é um termo amplo para dar nome a variados serviços relacionados à TI. A forma como abrange uma vasta gama de serviços, se assemelha ao termo “web”, que desde 1996 é usado como sinônimo de Internet no Brasil.

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