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Tag Archives: Diz

Android ultrapassa a Apple no Natal

75% dos smartphones vendidos ao longo do período festivo pertencem ao sistema operacional Android.

O Google está comemorando a vitória sobre a Apple na batalha por clientes usuários de smartphones durante o Natal, segundo o Daily Mail. O documento diz que o Android, sistema operacional do Google, está em 75% dos smartphones e tablets vendidos no período da compra de presentes.

Apesar de o iPhone 5, iPad e iPad mini serem extremamente populares entre os consumidores, o sistema Android é utilizado por diversos fabricantes, como Samsung, HTC e LG. Além disto, o Google também alimenta o Kindle Fire da Amazon, o que também é um bom mercado.

A batalha também acontece no mercado de apps disponíveis para download.

A Apple’s App Store e a Google’s Android Apps Store têm em torno de 700 mil apps disponíveis. Mas a Apple possui um regime de veto rigoroso para garantir que apenas aplicativos com padrões suficientemente elevados e que ofereçam alta segurança façam parte de sua loja. Em contrapartida, o Google não revisa todos os apps para Android antes de disponibilizá-los em sua loja. Isso dá mais liberdade a desenvolvedores de aplicativos, porém, aumenta os riscos para os riscos para usuários.

O Google ainda perde para a Apple em termos de lucro com download de aplicativos. A Apple domina, em média, 30% da receita gerada com a venda de aplicativos, isto quer dizer, £3.6 milhões por dia com os 200 downloads mais populares.

O mesmo número de downloads gera para o Google, que possui muito mais downloads gratuitos, em torno de £450,000 por dia.
Este artigo é uma tradução de: http://www.theweek.co.uk/technology/50774/google%E2%80%99s-android-claims-victory-over-apple-christmas

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Grandes empresas brasileiras migram para o G Suite

Setor público, que envolve 250 mil usuários do governo de SC, passa a usar contas do Gmail. Entre os recentes clientes globais do Google estão a Roche e o banco BBVA

A área voltada exclusivamente para grandes empresas é recente dentro do Google. Há cerca de três anos a companhia, conhecida pelo seu mecanismo de buscas, começou a adaptar os produtos que sempre foram direcionados para pessoa física, como o Gmail, para o mundo das grandes corporações.

Agora, essa unidade começa a ganhar força no Brasil com a assinatura do seu primeiro contrato com o setor público, que envolve 250 mil usuários do governo de Santa Catarina, por meio do Centro de Informática e Automação (CIASC).

O contrato tem grande importância para o Google, pois reflete uma mudança cultural. A área de governo normalmente utiliza sistemas baseados em Linux, plataforma aberta e gratuita.

“O Gmail é simples e acessível em qualquer dispositivo”, diz Amit Singh, vice-presidente mundial de vendas para grandes clientes, que está no Brasil para participar hoje de um evento do Google voltado para este segmento em São Paulo.

Segundo ele, características como estas têm atraído os setores privado e público.

Participação

Nos próximos dias Singh espera fechar mais um contrato no país, com uma empresa do setor privado, que deverá contratar 24 mil licenças. Mas apesar dos grandes negócios recentes, o gigante de buscas ainda está longe de se aproximar da Microsoft.

Ao todo, o G Suite tem atualmente 5% do mercado corporativo brasileiro, enquanto a rival lidera com folga com uma fatia de 73%.

“O Gmail é mais barato e, além disso, tem recursos como o video-chat, que pode ser acionado com um clique”, defende Singh.

O executivo diz que as empresas estão mudando o modo como seus profissionais trabalham, o que exige mais recursos de colaboração como este. Para ele, é aí que o Google leva vantagem sobre a Microsoft.

“O mais importante é que estas características não exigem nada além da internet para funcionar”, afirma.

Apesar da participação ainda pequena do Gmail para empresas nas grandes companhias, a perspectiva dos especialistas é de crescimento. Segundo o Gartner, o número global, que atualmente é de 1%, atingirá 10% em “poucos anos”.

Entre os recentes clientes globais estão a Roche e o banco BBVA.

Fonte: http://informationweek.itweb.com.br

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Segurança: é preciso entender desejos da nova geração

Jovens profissionais têm impactado na forma de fazer negócio. Ter acessibilidade e mobilidade junto com governança e compliance é o caminho mais assertivo, aponta Enrique Salem, CEO da Symantec

Hoje, as diferentes formas de a nova geração gerir suas ideias e desenvolver seus trabalhos impactam diretamente na maneira das organizações fazerem seus negócios. Sempre ligados e sempre conectados, seus comportamentos irão transformar o local de trabalho e, consequentemente, forçar a TI a se transformar para proteger as informações críticas das companhias que atualmente já são acessadas por um alto número de dispositivos.

Enrique Salem, presidente e CEO da Symantec, alerta que o armazenamento e compartilhamento das informações entre os data centers e a nuvem também devem ser uma preocupação das empresas que formam cada vez mais equipes jovens focadas apenas no social.

“Cerca de 250 mil emails e mensagens de textos são enviados por mês dentro das organizações. Essa nova geração de colaboradores também utiliza 10 mil horas de seu tempo para falar ao celular. Isso significa que privá-los de acessar à internet é o mesmo que privá-los de seus IDs, eles perdem a identidade”, avalia Salem.

Essa é a característica do negócio num novo ambiente, onde todos os colaboradores precisam estar conectados e ao mesmo tempo preocupados com a segurança. Para “sobreviver” a essas mudanças é preciso saber como gerenciar identidades, proteger as informações e manter o controle de dados: “mais do que isso, é preciso ter acessibilidade e mobilidade junto com governança e compliance”.

Durante apresentação na RSA 2012, o executivo diz que 59% das empresas seguem a inha de aplicativos de negócios em dispositivos móveis, enquanto 71% discutem a possibilidade de usar aplicações móveis personalizadas (a afirmação é com base em pesquisa realizada em 2011).

Ponto-chave
O chefe executivo de segurança do Facebook, Joe Sullivan, acredita que o ponto-chave para as empresas é entender o que a nova geração quer. “A segurança baseada em web muda, as comunidades mudam e as companhias também precisam mudar e trazer para dentro do ambiente corporativo novas experiências de segurança”, destaca.

Descobrir como fazer um novo ambiente seguro é um dos principais desafios da TI. Muitas organizações permitem que seus colaboradores tragam seus próprios dispositivos para a empresa sem ao menos ter um política de conscientização de uso.
Para Sullivan, o futuro já está aqui e é preciso ser flexível para saber o caminho certo de gerenciar os funcionários. “O ambiente de trabalho mudou. É preciso aprender a lidar com todas as novas formas de segurança provocadas pelas mudanças, para isso se faz necessário a criação de uma política interna mais ampla”, conclui.

*Jornalista viajou a San Francisco a convite da RSA

 

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