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6 passos para identificar o real uso da Computação em Nuvem

Atualmente, temos várias palavras em voga no universo empresarial. “Nuvem” é uma das delas e está se popularizando rapidamente. Todos estão encantados com a possibilidade de armazenamento de dados sem restrições geográficas, protegidos com segurança e podendo ser acessados em qualquer lugar. Um CRM na nuvem, por exemplo, dá às empresas a possibilidade de gerenciar o relacionamento com o cliente de maneira fácil e flexível.

Mas cuidado com as falsas nuvens!

Cloudwashing (“lavagem da nuvem” em uma tradução livre), é a tentativa intencional e por vezes enganosa de ressuscitar um produto ou serviço, associando a palavra “nuvem” a eles.

TechTarget.com definition

 

Muitos provedores de softwares anunciam “soluções cloud” que não são bem o que parecem, explorando a terminologia popular enquanto escondem custos e complicações.

 

A seguir, apresentamos o teste de seis etapas que mostra que é preciso atenção redobrada na hora de escolher soluções cloud de CRM:

1. Quais são os requisitos de conexão?

Cloud verdadeira: Necessita apenas de conexão com a internet. Geralmente roda em seu navegador.

Cloud falsa: Precisa de softwares instalados em seu computador ou de um servidor local.

 

Vantagens de uma solução cloud legítima:

  • Mais fácil de abrir e executar;

  • Menores chances de dar errado;

  • Problemas mais fáceis de resolver.

 

Segundo pesquisa da empresa americana ElasticHosts, 83% das empresas tem de cortar seu investimento em marketing para utilizá-lo em pesquisas que buscam saber quais fornecedores são verdadeiramente cloud e quais são meramente empresas de hospedagem que usam a palavra “cloud” em seus produtos e serviços.

2.  Que tipo de software é necessário?

Cloud verdadeira: Nenhum software local precisa ser instalado.

Cloud falsa: Um “Software Cloud” precisa ser instalado.

 

Vantagens de uma solução cloud legítima:

  • Não há necessidade de instalação de software local, reduzindo o tempo e os custos de configuração para a sua empresa;

  • Se o software estiver instalado de forma local, não há benefícios além das soluções de CRM tradicionais “on site”.

 

 

3. Onde estão os servidores

Cloud verdadeira: Usa servidores espalhados em diferentes regiões ao redor do mundo.

Cloud falsa: Instalado em um único servidor.

 

Vantagens de uma solução cloud legítima:

  • Maior segurança em caso de desastre local;

  • Menor chance de perda de dados;

  • Maior disponibilidade, permitindo o acesso aos seus dados a qualquer momento e de qualquer lugar.

 

 

4. De que forma é cobrado?

Cloud Verdadeira: Cobra por usuário ou outra unidade semelhante.

Cloud falsa: Cobra encargos adicionais, como “taxa mensal”.

 

Vantagens de uma solução cloud legítima:

  • As verdadeiras soluções cloud computing devem cobrar apenas pelo que você usa.

  • A separação do preço total é feita no primeiro momento, deixando claro o que você terá para o valor que pode pagar.

 

“Para realmente seguir o modelo Cloud, o software deve ser vendido com base em métricas de uso que façam sentido para o usuário final.”

Thoran Rodrigues, TechRepublic

 

 

5. Você pode adicionar ou remover serviços facilmente?

Cloud Verdadeira: Os serviços podem ser adicionados ou removidos de acordo com as suas necessidades através de um ambiente virtual self-service.

Cloud Falsa: Os serviços exigem intervenção manual significativa do provedor.

 

Vantagens de uma solução cloud legítima:

  • Adição de serviços como e quando necessário – isto quer dizer, não ter que esperar para ficar online.

  • Plataformas de autoatendimento e atendimento final pelo telefone para finalizar a resolução do problema.

  • Os custos são menores, uma vez que seu fornecedor não precisa contratar tantos funcionários para atender ao cliente.

 

 

6. Funciona em qualquer lugar?

Cloud verdadeira: Facilidade de acesso em qualquer lugar com conexão a Internet..

Cloud falsa: Muitas vezes precisa de uma configuração com rede VPN ou de produtos de terceiros para oferecer acesso mobile.

 

Vantagens de uma solução cloud legítima:

  • Um software de CRM, por exemplo, só é eficaz se seus funcionários conseguem mantê-lo atualizado com informações relevantes.

  • Fácil acesso de qualquer lugar, para que o seu sistema CRM permita o aumento da produtividade, garantindo que sua equipe possa usar todos os recursos do CRM e ver as informações mais recentes de clientes em qualquer lugar, a qualquer hora.

 

 

É importante lembrar que:

 

  • Softwares na nuvem oferecem uma série de benefícios, como a redução de custos, manutenção mais fácil e menor vulnerabilidade.

  • Softwares na nuvem também são mais escaláveis, o que significa que você mesmo pode atualizar seus sistemas de forma muito simples, conforme o crescimento de sua empresa.

  • Porém, não tome apenas a palavra do vendedor como a verdadeira – nem todos os softwares “cloud” são aplicações na nuvem legítimas. Certifique-se de que eles possam responder todas as perguntas sobre o funcionamento, onde o servidor está instalado e a facilidade de atualização.

 

Artigo original: Is it real cloud or fake cloud? The 6-step test

 

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Percepções irreais sobre a Nuvem privada

O crescimento do fenômeno cloud computing em todo o mundo, favoreceu que muitas empresas também invistam na nuvem privada, que é basicamente um conjunto de recursos configurados por servidores virtuais, de forma automatizada e gerenciada por processos.

A consultoria Gartner de tecnologia indicou alguns dos equívocos mais comuns das empresas que aderem a este modelo para armazenamento de TI, incluindo a virtualização e outros tipos que buscam atender as demandas de forma mais acessível, mesmo sem compatibilidade com as necessidades e particularidades dos negócios.

Por isso, o vice-presidente da Gartner, Tom Bittman sugere que os responsáveis por fornecer serviços de TI devam entender a complexidade dos diferentes tipos de demandas, ao invés de apenas cumprir rapidamente as tarefas com baixos custos, sob o risco de não entregar soluções eficazes e realmente úteis.

 

Cinco equívocos comuns sobre a nuvem privada

Gartner lista erros que empresas comentem ao definir o modelo. Virtualização é um deles.

O debate em curso em torno da computação em nuvem privada tem criado percepções erradas sobre o modelo, na visão do instituto de pesquisas Gartner.

“O crescimento da computação em nuvem privada está sendo impulsionado pela rápida penetração da virtualização, gerenciamento de virtualização, salto de ofertas de cloud e pressão para entregar projetos mais baratos e mais rapidamente”, avalia Tom Bittman, vice-presidente e analista do Gartner.

“No entanto, na pressa para responder a essas pressões, a TI precisa ter cuidado para evitar o hype, e, em vez disso, deve concentrar esforços no modelo que mais faz sentido aos negócios.” Abaixo, o Gartner lista os cinco equívocos mais comuns sobre a nuvem privada.

 

 

Virtualização

A consultoria Gertner sinaliza que a cloud privada pode criar serviços de armazenamento na nuvem, utilizando algum tipo de virtualização de servidores e infraestrutura. Por isso, a cloud não é sinônimo de virtualização.

A virtualização é um elemento facilitador para o gerenciamento de recursos como servidores, desktops, rede e muitos outros, utilizados dentro do ambiente corporativo para executar tarefas, proteger e armazenar informações importantes.

 

 

1. “Cloud privada não é virtualização

Virtualização de servidores e infraestrutura é base importante para a computação em nuvem privada. No entanto, virtualização e gerenciamento de virtualização não são, por si só, nuvem privada. Virtualização torna mais fácil realocar recursos de infraestrutura (servidores, computadores desktop, armazenamento, rede, middleware etc) e pode ser ativada de várias maneiras, incluindo máquinas virtuais, sistemas operacionais (OS) ou middleware.

Cloud privada, portanto, utiliza alguma forma de virtualização para criar um serviço de computação em nuvem”.

Cloud privada simplifica processos e garante maior agilidade

Os principais benefícios da nuvem privada para as empresas são operacionais e não com relação à redução de despesas como muitas empresas imaginam, pois este recurso é capaz de diminuir tarefas e melhor distribuir as ferramentas de TI das empresas, possibilitando no longo prazo diminuir custos com manutenção hardwares, por exemplo, mas em contrapartida a cloud privada necessita de investimentos para a sua automação.

Desta forma não se pode considerar a redução de despesas como sendo um dos motivos primários pelos quais as empresas adquirem a nuvem privada, precisando ser mais bem avaliada pelos responsáveis, como sendo um recurso facilitador para a infraestrutura de TI.

 

 

Nuvem privada não busca apenas redução de custos

Uma empresa pode reduzir os custos operacionais por meio de uma nuvem privada, eliminando tarefas repetitivas comuns. Uma nuvem privada pode realocar recursos de forma mais eficiente para atender às necessidades da empresa, possivelmente diminuindo as despesas de capital para o hardware.

Nuvens privadas exigem investimento em software de automação, e as economias por si só não podem justificar o investimento. Por isso, a redução de custos não é o principal benefício da computação em nuvem privada.

Autosserviço, automação, agilidade, velocidade, habilidade de dimensionar a demanda de forma dinâmica são alguns dos atrativos do modelo, de acordo com o instituto de pesquisas.

 

Nuvem privada também pode ser compartilhada com mais empresas

Mesmo que ainda a grande maioria das cloud privadas está alocada sob a infraestrutura individual, atualmente muitas nuvens privadas estão compartilhando os seus recursos e equipamentos com terceiros, porém existindo uma rede privada virtual para cada empresa.

Esta é uma nova e flexível tendência que este modelo de TI oferece às empresas.

 


3. “Nuvem privada não é necessariamente on  premise

Cloud privada é definida por privacidade, não propriedade, localização ou responsabilidade de gestão. Enquanto a maioria das nuvens privadas é baseada na infraestrutura local (na evolução dos investimentos de virtualização existentes), uma parte crescente de nuvens privadas será contratada também fora da empresa. Nuvens privadas de terceiros têm uma flexibilidade maior para o termo “privacidade”.

Nuvens de terceiros podem compartilhar instalações do data center com outros, compartilhar equipamentos ao longo do tempo e recursos, mas mantendo uma rede privada virtual (VPN) isolada, por exemplo”. 

 

 

Evolução da IaaS

Iaas ( Infrastructure as a Service) tem crescido rapidamente nos últimos anos, oferecendo diversos recursos para acesso a infraestrutura do data center, simultaneamente à virtualização de servidores.

Desta forma os profissionais deste setor, precisam estar atentos aos movimentos, tendências e mudanças constantes do mercado, para implementar recursos modernos, que atendam aos objetivos e necessidades das empresas, mantendo-as competitivas no mercado.

 

4. “Nuvem privada não é somente infraestrutura como serviço (IaaS)

Virtualização de servidores é uma grande tendência e, portanto, um elemento importante para a nuvem privada. No entanto, o modelo não se limita de modo algum à IaaS. Pode, por exemplo, incluir ofertas de desenvolvimento e teste, permitindo uso de plataforma como serviço (PaaS).

Hoje, o segmento de crescimento mais rápido da computação em nuvem é IaaS. Mas IaaS fornece apenas um dos níveis de recursos do data center. Desenvolvedores usarão PaaS para criar aplicativos projetados para serem compatíveis com a nuvem, produzindo serviços diferentes em comparação com aplicações antigas”. 

 

Nuvem pública e híbrida

Segundo os especialistas da Gartner, com os avanços para o armazenamento na nuvem, muitas empresas que utilizam a cloud privada, tendem a melhorar os serviços, a segurança e o gerenciamento dos acessos das nuvens públicas.

Alguns modelos serão híbridos mesclando recursos de terceiros, impulsionando o autosserviço, através de interface com os clientes.



5. “Nuvem privada nem sempre será privada

Os analistas do Gartner apontam que a nuvem privada é paliativa. Com o tempo, nuvens públicas vão amadurecer, melhorando os níveis de serviço, segurança e gerenciamento de conformidade. Novos serviços de nuvem pública surgirão. Algumas nuvens privadas vão mover-se totalmente para a nuvem pública.

No entanto, a maioria dos serviços de nuvem privada irá evoluir para permitir a cloud híbrida, ampliando a capacidade efetiva de uma nuvem privada para alavancar os serviços públicos de nuvem e recursos de terceiros.

“Ao começar com uma nuvem privada, a TI está se posicionando como o corretor de todos os serviços da empresa”, afirma Bittman. “Uma nuvem privada que evolui para híbrida ou até mesmo pública poderia reter a propriedade do autosserviço, e, portanto, o cliente e a interface. Esta é uma parte da visão para o futuro da TI que chamamos de ‘TI híbrida’”.

 

A detalhada análise realizada pela consultoria de TI Gartner, aponta o atual cenário da utilização da nuvem privada e o futuro desta infraestrutura, capaz de se tornar cada vez mais presente dentro da rotina corporativa e também para os usuários.

Alguns dos pontos que os analistas da Gartner sinalizam como grandes equívocos dos profissionais do setor de tecnologia com relação à nuvem privada devem ser considerados pelos tomadores de decisões das empresas, a fim de utilizar todos os recursos tecnológicos disponíveis, de forma a simplificar processos, reduzir o tempo de execução de tarefas, proteger os dados armazenados e resultar em possíveis diminuições de custos às empresas, e não ao contrário, pois para implementar a cloud privada, é necessário também investir em sua automação.

O futuro da cloud privada para a versão híbrida impulsiona o surgimento de um novo e importante nicho de mercado a ser explorado pelos profissionais da área e pelas empresas que desejam estarem atentas às novidades tecnológicas da informação.

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Google+ – Porque Sua Empresa Precisa Usar

google+ para empresasFazem poucos meses que o Google+ foi anunciado e menos tempo ainda que ele foi liberado para todos usuários, mas os seus números já espantam muito. Com mais de 100 milhões de usuários, constantes atualizações e uma visível alteração nos resultados das buscas do Google, o Google Plus está sendo alvo de diversas estratégias de mídias sociais.

Sim, é mais uma mídia social para a empresa controlar, mas também pode ser que seja a única que você realmente precise usar (e não apenas para ‘socializar’), tudo depende da sua estratégia. Mas de quaquer forma sabemos que, ao menos por enquanto, o público do novo serviço social do Google ainda é restrito e nem tão ativo como costuma ser em outras mídias, mas nem por isto deve ser ignorado por empresas.

Separamos 2 razões pela qual sua empresa deve realmente considerar em criar uma página no Google+ e também 3 dicas para aqueles que já estão ou querem se aventurar nesta nova ferramenta:

Razão 1: Rede Social com ferramentas a mais:
Um dos grandes triunfos do Google+ é ter feito a lição de casa e pesquisado sobre os principais atributos de muitos concorrentes, como as fan pages do Facebook. Com esta pesquisa bem feita, eles puderam construir uma ferramenta que tem diversas funcionalidades semelhantes, mas também ferramentas que agregam ainda mais valor a presença da empresa.

O hangout talvez seja a principal ferramenta que empresas podem usar de forma estratégica dentro do Google+, mas claro, devem saber utiliza-lá de forma que traga retorno para a empresa e aproxime de seus consumidores.

Não podemos nos esquecer que a empresa por trás do serviço é grande e já mostrou que esta atenta ao feedback dos usuários e trazendo muitas novidades ao longo do tempo, ou seja, podemos esperar muito mais ferramentas que tornem muito mais fácil a presença oficial nesta rede social do que em outras.

Razão 2: Influenciar nas buscas:
Talvez uma das principais razões pela qual as empresas tem buscado usar o Google+ é justamente aproveitar o poder que ele, juntamente com o +1, tem sobre os resultados do buscador do Google. Se posicionar bem sempre foi um desafio destinado aos profissionais de SEO, que tinha como tarefa otimizar sites para que eles se posicionassem bem em determinadas buscas.

Mas as recentes mudanças do Google e do mercado de uma forma geral, tem mostrado que as ferramentas sociais estão se tornando cada vez mais a principal forma de validar a qualidade de um conteúdo. Ou seja, vale a pena compartilhar coisas e incentivar as pessoas a compartilhar o seu conteúdo dentro e fora do Google+.

Dica 1: Utilize bem as ferramentas disponíveis:
Como mencinado acima, o Google+ proporciona algumas ferramentas diferentes de seus concorrentes e uma das mais utilizadas ultimamente é mesmo o hangout, que possibilita que o usuário (ou página nesse caso) possam abrir uma vídeo chamada entre até 10 pessoas.

Você consegue imaginar o potencial disto? Você pode conversar com seus consumidores, você pode fazer apresentações, oferecer dicas, ou seja, fazer uma extensão do conteúdo que você compartilha e com isso ganhar destaque no mercado em que atua.

Existem outras ferramentas interessantes, como o “criador de memes” e o que mais surgir por aí.

Mark(Facebook) Zuckerberg analisando o concorrente.

Dica 2: Compartilhe conteúdo relacionado ao seu foco em SEO:
Como mostramos acima, o SEO é uma das principais razões pela qual as empresas tem utilizado o Google+. Sabendo de sua influência nos resultado das buscas, pode ser realmente muito interessante que a sua empresa tenha uma presença efetiva neste serviço e saiba utilizar bem os títulos, descrições, links e publicações na rede social.

Dica 3: Consiga +1, quanto mais, melhor:
O que tem influenciiado mais diretamente os resultados é o “+1″, serviço que está ligado diretamente ao Google+, mas que também pode ser acessado fora dele. Você pode colocar botão de +1 em qualquer website, sem contar que eles também estão ao lado do título do link nos resultados do Google.

Então se você quer se posicionar bem, a dica mais importante é: Faça as pessoas compartilharem o seu conteúdo. Seja tweetando, compartilhando no Facebook ou dando +1 no Google, o importante é compartilhar, mas ainda mais que isso, conseguir o máximo de +1 que der.

Autor: Dennis Altermann
@eu_dennis

Fonte: http://www.midiatismo.com.br

 

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