Publicado em 1 Março 2012

Trabalhar de casa, de dentro do carro, pelo celular, garantindo a tranquilidade e o equilíbrio dos clientes. É um alívio saber que isso não é apenas sonho, especialmente quando estamos em meio a cenários como os que marcaram os dois primeiros meses de 2010 em São Paulo, sucederam ao Carnaval carioca, assombraram os estados do Sul. Resultado de imagem para home office iconQuantas organizações não tiveram suas operações comprometidas simplesmente porque, em dias como aqueles, em que as nuvens vieram abaixo, os profissionais não chegaram a seus respectivos escritórios?

E quantos ainda estão sob o assombro do “e se acontecer de novo”?

Outros tantos, porém, já estão tranquilos: além de terem seus backups guardados em um cofre externo, também contam com uma solução baseada em Cloud Computing (Computação em nuvem).

É assim que, em momentos de temporais (e também em períodos de calmaria) enquanto grande parte das empresas simplesmente não conseguem operar porque seus processos e tecnologias estão bem distantes das pessoas, outros trabalham remotamente em outras nuvens.

Apesar de haver ainda muita coisa a se fazer, existem grandes provedores seguros, inclusive em relação à privacidade, que podem, por um baixo custo, simplesmente colocar pelo menos parte da tecnologia de uma empresa nas nuvens e lhe tornar capaz de abastecer seus usuários com tudo de que precisam, independente do clima.

Tudo o que se precisa é chegar à internet. Não importa se o imóvel afundou (ninguém deseja isso, mas pode ocorrer), o usuário pode ter acesso aos seus arquivos de onde estiver. Pode estar no aeroporto, conectando a partir de um 3G, estar de passagem pela Rússia. Só necessita de um browser. Sem os custos inerentes de um equipamento próprio; sem data center, servidores, licenças de softwares.

Esses são “problemas” do meu contratado. E a grande vantagem de ter um contratado é que posso estar no meu iPad , no meu notebook. Ter a última versão, tendo de pagar por atualizações e manutenção somente quando uso.

O grande paradigma que percebo está relacionado à privacidade da informação. Ou seja, com algo com o qual me relaciono cotidianamente. E no meu caso, em relação a dados dos mais sensíveis, pois dizem respeito à vida das pessoas.

Quando se fala de um serviço gratuito, o grande custo é justamente a (falta de) privacidade. Por outro lado, quando se paga por um serviço, a privacidade passa a ser uma cláusula contratual. Assim, como a capacidade de o provedor proteger os dados a que tem acesso.

Os fornecedores de tecnologias como Cloud Computing têm de disponibilizar um grande conjunto de medidas que são tomadas em sequência no caso de qualquer problema relacionado à segurança da informação.

Não é o cliente que tem de pensar em segurança; tem de haver toda uma estrutura trabalhando para isso. O cliente tem de ter assegurado o privilégio de “ficar nas nuvens” e sem medo de tempestades, enquanto alguém tem a tarefa de lhe entregar, com segurança, serviços que ele nem precisa saber como funcionam.

O G Suite  (antigo Apps for Business) é um ótimo exemplo de serviço baseado na Computação em Nuvem, a Qi Network presta Suporte G Suite.

QI_CTA_CloudComputing