Publicado em 19 maio 2020

Nos últimos anos, a segurança da informação tem sido alvo de debates e preocupação em organizações globais de pequeno e grande porte. Com a GDPR e a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), pequenas e grandes empresas estão mais atentas a aspectos relacionados à sua cibersegurança. Focadas em ações de transformação digital, muitas vezes as empresas não se atentam ao fato de que, ao tornarem-se digitais, os dados com que trabalham ficam muito mais expostos e suscetíveis a ataques cibernéticos.

Com a LGPD, empresas que captam e armazenam dados de seus clientes precisarão seguir uma série de novas condutas de confidencialidade, pensando sempre nas melhores práticas aplicadas às informações individuais coletadas. Além de dados dos clientes, deve ser considerado o armazenamento e a segurança dos dados da própria empresa, que vão desde informações dos colaboradores até registros de negociações, por exemplo.

Assim, ameaças à segurança e à privacidade de dados estão no topo da lista de preocupações de executivos que tornam seus projetos cada vez mais digitais. A exclusão de dados do sistema das empresas quando há o fim de um contrato, por exemplo, ou a qualquer momento desde que seja do interesse dos titulares dessas informações, são algumas das novidades que mais preocupam o mercado brasileiro.

Os caminhos dos ataques cibernéticos

Nos últimos anos, grandes ataques de vírus maliciosos apavoraram o Brasil e o mundo, paralisando e infectando computadores de empresas e órgãos nacionais e até internacionais, como o FBI. Os ataques tornaram-se profissionais e os desenvolvedores por trás dessas ameaças formam um mercado criminoso que movimenta bilhões de dólares por ano no mundo inteiro. Os principais alvos são instituições financeiras e empresas de jogos, segundo informações do State Of The Internet / Segurança 2019

O roubo e revenda de dados para outros integrantes deste grande mercado é a atividade principal dos hackers, e em 2020, segundo afirmam especialistas, a tendência é de que esses ataques penetrem nas empresas por algumas das brechas mais comuns e que as organizações muitas vezes esquecem de destinar atenção. É o caso da abertura de e-mails maliciosos dentro do servidor ou das máquinas da empresa. E é aqui que as empresas mais devem prestar atenção!

Porque investir em cibersegurança

Os danos causados por perda ou vazamento de dados podem ser muito prejudiciais, podendo ir desde grandes impactos financeiros — chegando a cerca de US$ 3.92 milhões segundo relatório de segurança digital da IBM —, passando por problemas de relacionamento, com a quebra de contratos e da credibilidade diante dos clientes até o extremo de a empresa precisar enfrentar processos judiciais. 


Mas mesmo com esses riscos, muitas empresas ainda não investem em soluções avançadas para proteção de dados e informações organizacionais. De fato, uma das principais formas de ataque a segurança das empresas ainda é a partir de e-mails maliciosos.

 

Nas mensagens trocadas entre as equipes, muitas informações valiosas são compartilhadas, e por vezes as pessoas podem confundir o destinatário da mensagem, enviando informações privadas para a pessoa errada, ou até para toda a empresa! Além disso, a própria abertura de mensagens suspeitas e indevidas pode gerar diversos problemas para a instituição. 

Por isso, empresas que buscam fortalecer sua segurança já vêm combatendo essas ameaças com ferramentas digitais que garantem a proteção máxima dos processos e atividades realizadas. Na prática, é preciso substituir o uso de alguns recursos antigos ou defasados, como manter todos os sistemas da empresa somente em redes on premises, o que pode culminar por facilitar a entrada de invasores.

Assim, recursos como do G Suite do Google oferecem maior segurança, com todos os dados armazenados na nuvem e com aplicações de fácil acesso para migração e manutenção.


E-mail criptografado e o DLP: recursos avançados para segurança digital


Uma das soluções mais implementadas pelas empresas de médio e grande porte é o
e-mail criptografado. Por meio da codificação e de chaves de segurança aplicadas, o recurso torna ilegível o conteúdo de mensagens para pessoas externas à organização — ou por pessoas de dentro da própria empresa que não sejam de um setor específico pré-determinado.

Esta última situação é garantida por uma avançada técnica de proteção de dados do G Suite, que é o DLP (Data Loss Prevention). O recurso permite pré-definir os contatos que podem ou não ter acesso a determinadas informações armazenadas. 

Por exemplo, o setor comercial das empresas costuma lidar com dados sensíveis dos clientes, como seus números de cartão de crédito ou CNPJs, e espera-se que somente essas pessoas específicas tenham acesso a essa informação. Assim, a empresa pode configurar uma política de DLP orientando o Google a impedir que mensagens contendo números de cartão de crédito sejam enviadas a contatos de e-mail que não sejam do time comercial.

Dessa forma, o servidor irá notificar o remetente sobre o problema, solicitar sua correção ou bloquear o envio da mensagem enquanto não for resolvido. Outro caso seria, por exemplo, aplicar regras de DLP a arquivos confidenciais do Google Drive que não possam ser compartilhados com todas as pessoas.

Quer saber mais sobre os recursos de segurança do G Suite e outras ferramentas para proteger os dados da sua empresa? Então, acesse o nosso eBook Segurança em Escala com Cloud Computing: um minuto na vida do Google.

 

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