Publicado em 7 agosto 2018

A transformação digital é um caminho sem volta, cujo fim culmina na maturidade digital das empresas em um mercado cada vez mais competitivo e acirrado. Não se trata apenas de adotar mais tecnologias, mas principalmente de inserir novos processos e uma cultura voltada à inovação. Para alcançar esse estágio, os líderes das organizações devem entender em que fase estão e onde desejam chegar.

O estudo “Achieving digital maturity – Adapting your company to a changing world” publicado em 2017 pela Deloitte em colaboração com a MIT Sloan Management Review, indicou algumas das características de empreendimentos com maturidade digital avançada:

  • multifuncionalidade das equipes;
  • planejamento estratégico de longo alcance;
  • realização de experimentos digitais e maior interação;
  • ambientes flexíveis, focados no crescimento profissional dos funcionários;
  • desenvolvimento de líderes digitais.


Esses atributos são conquistados gradualmente a partir do alinhamento de diferentes fatores, que incluem a adoção de tecnologias e ferramentas inovadoras. Apesar de não ser o cerne da transformação e maturidade digital, o uso de equipamentos e adoção de novas metodologias na gestão das equipes possibilita a realização dos diferentes aspectos  que marcam os negócios na Era da Indústria 4.0.

Para os CEOs, a maturidade digital representa um amplo desafio, dada às rápidas alterações do mercado. O surgimento de inúmeras tecnologias têm transformado os valores das organizações, bem como, dos produtos e serviços prestados. Nesse quadro, os líderes são os responsáveis por impulsionar uma nova mentalidade e hábitos nas organizações, que por vezes, ainda são marcadas por velhos procedimentos que impedem o amadurecimento digital.

O princípio do darwinismo tecnológico “adapte-se ou morra”, define bem a situação que os líderes globais estão passando. No Brasil, muitos CEOs têm despertado para a urgência dessa transformação, despontando em seus segmentos de atuação.

Passos para a maturidade digital

Não existe uma linha de chegada, em que as empresas atingem e então passam a ser consideradas maduras digitalmente. A maturidade é um processo que demanda atualizações rápidas e constantes, um mindset crescente, equipes colaborativas e estratégias bem definidas. Esse último aspecto irá definir quais tecnologias deverão ser adotadas e com qual finalidade, principalmente com tantos serviços e produtos disponíveis no mercado.


Antes de adotar dispositivos com inteligência artificial, por exemplo, ou buscar sistemas avançados de Big Data, os CEOs precisam digitalizar os métodos mais básicos, eliminando instrumentos defasados e lentos. É o caso dos softwares de licenças, que dificultam a cooperação entre equipes e aumentam o retrabalho de tarefas simples, como a criação de apresentações e documentos de texto.

Não por acaso, o uso de sistemas em nuvem é um dos primeiros passos rumo à maturidade digital. Com tal tecnologia, os funcionários podem compartilhar ideias, projetos, documentos, apresentações com facilidade e muito mais rapidamente. Pelo Google Suite, por exemplo, os profissionais podem realizar o armazenamento seguro de informações online, que podem ser acessadas de qualquer lugar com acesso à internet – aumentando a mobilidade dos colaboradores.

Todas essas vantagens preparam os colaboradores para a utilização de outras tecnologias exponenciais. Como indicado anteriormente, o foco da maturidade digital não são as ferramentas em si, mas o comportamento dos colaboradores em um cenário digital em constante mudança. Os instrumentos e inovações como as tecnologias em nuvem, possibilitam uma comunicação mais ágil e eficaz entre as equipes.

Um dado interessante da pesquisa da Deloitte é que 70% das empresas que estão em estados avançados de maturidade digital trabalham com equipes multifuncionais, o que exige uma grande conectividade e organização dos colaboradores. Mais uma vez, o uso de tecnologias e serviços em nuvem viabiliza o desenvolvimento das atividades de forma prática e ativa. Com as ferramentas do Google Suite, por exemplo, os funcionários concentram as tarefas em uma única plataforma, aumentando a produtividade e cooperatividade do grupo.

Dessa forma, um aspecto essencial no processo de amadurecimento digital é a adequação da cultura organizacional, que cada vez mais, deve priorizar a autonomia, a flexibilidade do trabalho e a experimentação dos colaboradores. Assim, alguns dos passos fundamentais para a maturidade digital são:

– definir uma estratégia para o negócio em cenário de transformação digital;
– digitalizar métodos ultrapassados;
– atrair e reter talentos com visão digital;
– estabelecer um ambiente que impulsione a inovação e adoção de novas tecnologias.

Mesmo instituições maduras continuam a passar mudanças. Se você quer avançar com uma estratégia para transformação digital ou adotar os sistemas em nuvem, entre em contato agora mesmo com a Qi Network e dê início ao amadurecimento da sua organização.

 

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