Publicado em 4 janeiro 2018

Atualmente, a tecnologia cloud computing tornou-se recorrente no âmbito empresarial.

Mas muitas empresas ainda resistem em fazer a migração para a nuvem, pois alimentam dúvidas sobre certos aspectos da tecnologia, como segurança, privacidade e eficiência.

Veja abaixo 5 mitos sobre migrar para a nuvem que precisam ser derrubados, de modo que o gestor possa aproveitar melhor a tecnologia cloud computing!

1. É preciso ficar sempre online para ter acesso aos arquivos

Um engano muito comum é achar que o acesso na nuvem só é possível se o usuário permanecer conectado 24 horas por dia para visualizar e editar documentos.

Existem soluções, como o G Suite, que dispõem de ferramentas que podem ser utilizadas offline, sendo a conexão necessária somente no momento de sincronização e compartilhamento de arquivos.

2. A migração para a nuvem implica em perda de controle e privacidade

Esse é outro mito associado à migração para a nuvem. Muitos gestores julgam que não terão o mesmo domínio sobre os seus arquivos, nem terão resguardada sua privacidade ao utilizar serviços na nuvem. Para muitos, terceiros se responsabilizarão por essa gestão, o que desperta dúvidas quanto à eficiência do processo.

Na verdade, a migração para a nuvem alivia o trabalho de manutenção recorrente que cai sobre a equipe de TI quando se utilizam softwares instalados em máquinas (aquisição de licenças).

Outra vantagem que a nuvem proporciona é que determinadas operações, repetitivas e/ou cansativas passam a ser automatizadas, deixando que o gestor e sua equipe administrativa disponham de mais tempo para se dedicar às atividades mais importantes da empresa.

3. Manter os dados em um servidor local é mais seguro

Um dos mitos mais comuns em relação à migração para a nuvem é o da falta de segurança que essa tecnologia oferece. Muitos acreditam que os dados assim armazenados estão mais sujeitos a ação invasiva de hackers e até do governo.

Na verdade, dados armazenados em servidores locais estão muito mais sujeitos a perdas e a falhas de segurança. Quando guarda os documentos em servidores locais, a empresa dispõe de uma equipe de TI mais reduzida para cuidar da segurança e para desenvolver muitas outras operações diárias.

Os serviços na nuvem dispõem de equipes especializadas para trabalhar na segurança do sistema cloud computing. Eles contam ainda com uma boa infraestrutura que possibilita a rápida recuperação dos dados em caso de eventuais perdas.

Um bom fornecedor dispõe de diferentes procedimentos de segurança ativos, de firewalls e de criptografia de última geração. Também dispõe de data centers que apresentam compatibilidade com os principais padrões do mercado (PCI DSS, ISO, ISAE).

4. A migração para a nuvem é muito complicada

A migração para a nuvem é um processo mais simples do que se costuma pensar e comentar. Os fornecedores dos serviços contam com profissionais especializados que oferecem suporte durante todo o período de migração.

A Qi Network, por exemplo, oferece serviços eficazes de implementação, migração e gestão de mudança com o G Suite. Tudo realizado por uma equipe treinada e competente. Além disso, o suporte técnico faz o acompanhamento em tempo real do desempenho do software e a intervenção direta em caso de necessidade.

5. É necessário migrar tudo de uma vez para a nuvem

A migração para a nuvem não precisa ser realizada de uma só vez. Pode ser feita aos poucos, conforme as necessidades da empresa.

É possível até conciliar um provedor de tecnologia cloud computing a servidores locais. Basta que a empresa disponha de uma equipe de TI eficaz para a integração das plataformas.

Assim, o gestor pode deixar armazenado em servidores locais o que julgar essencial e transferir para a nuvem o restante dos dados, otimizando sua gestão e diminuindo gastos.

O que pensa agora sobre migração para a nuvem? Aproveite e conheça as diferenças entre os serviços de armazenamento na nuvem!

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